No dia 07/08/2001, a deputada Iara Bernardi (PT/SP) apresentou na Câmara um projeto que “determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual das pessoas”. Em 23/11/2006, ele foi aprovado pela Câmara e encaminhado ao Senado. Ao chegar ao Senado, o projeto recebeu o número PLC 122/2006 e, no dia 07/02/2007, foi encaminhado ao gabinete da Senadora Fátima Cleide (PT/RO), designada como relatora na Comissão de Direitos Humanos (CDH). No dia 07/03/2007, a relatora apresentou voto favorável à aprovação do projeto. A proposição já estava pronta para a pauta quando a relatora, em 15/03/2007, pediu a sua retirada para “reexame da matéria”. Foi uma retirada estratégica, pois o Senado estava recebendo várias mensagens de protesto. No entanto, o projeto pode ser votado — e aprovado — a qualquer momento. O presidente Lula tem especial interesse em sancioná-lo, uma vez que, quando candidato, dedicou 14 páginas a um caderno em que se comprometia promover o homossexualismo, caso fosse reeleito. O perigo é iminente, mas parecemos estar “deitados eternamente em berço esplêndido”.
Muito diferentes dos homossexuais que, angustiados, procuram o sacerdote para obter o perdão de seus pecados e o auxílio para abandonar seu vício, os homossexuais militantes orgulham-se de sua prática antinatural e têm sido autores de graves perseguições religiosas. Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, está sendo processado por ter-se recusado a empregar um homossexual declarado (lá foi aprovada a “Lei de Orientação Sexual”, semelhante àquela que nosso presidente pretende sancionar). Na Suécia, em julho de 2004, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão contra o homossexualismo.
O governo Lula tem empregado maciçamente o nosso dinheiro para a promoção do homossexualismo. A frase a seguir é de um líder homossexual e refere-se ao montante investido no programa “Brasil sem homofobia”: “Da proposta inicial do governo de R$ 400 mil, nós conseguimos aumentar este valor para R$ 8 milhões. Atualmente, esse é o orçamento inteiro do programa, mas que ainda é insuficiente para atender a demanda que temos no país”.
A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, está muito longe de ser inofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, vêm obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por “danos morais”, pensão alimentícia após a morte do “companheiro” e inclusive o direito de adotar crianças! Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que “autorizam” a prática de um aborto de bebê anencéfalo.
O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:
A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°).
Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).
A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”).
A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)
No entanto, as conseqüências acima (que já são realidade em países que aprovaram leis semelhantes) não são o principal motivo pelo qual o PLC 122/2006 deve ser rejeitado. O cerne da questão não está nas perseguições que hão de vir caso a proposta seja convertida em lei.
O motivo central pelo qual esse projeto deve ser totalmente rejeitado é que ele pretende dar direitos ao vício. O homossexualismo não acrescenta direitos a ninguém. Se um homossexual praticante tem algum direito, conserva-o apesar de ser homossexual, e não por ser homossexual. O mesmo se pode dizer de qualquer outro vício. O bêbado, o adúltero, a prostituta... só têm direitos como pessoas, mas não por causa da embriaguez, do adultério ou da prostituição.
O homossexual, por ter escolhido livremente praticar esse vício, deve arcar com o ônus de sua opção. Não pode exigir que um seminário o acolha para que ele se torne sacerdote. Nem pode querer impedir que, em uma homilia, um pregador reprove sua conduta. Não pode queixar-se de seu empregador querer demiti-lo temendo a corrupção moral de sua empresa. Não pode exigir que um juiz da infância lhe dê uma criança para adotar. Não pode obrigar uma mãe de família a confiar nele para cuidar de seus bebês. Não pode forçar a população a tolerar seus atos de obscenidade praticados em público.
A simples promulgação dessa lei (Deus não o permita!), independentemente de qualquer efeito persecutório, será uma horrenda mudança qualitativa em nossa legislação. Se aprovada essa lei, por ação ou omissão dos brasileiros, este país ter-se-á rebelado contra Deus, transformando em direito aquele pecado “muito grande” (Gn 18,20) que clamava aos Céus por castigo. É de se temer que nossa pátria tenha um destino semelhante ao que teve a cidade de Sodoma (Gn 19).
Sábado, Junho 14, 2008
Quarta-feira, Janeiro 09, 2008
Pensamento do dia:

William Shakespeare (23 de abril de 1564 - 23 de abril de 1616). Escritor britânico. Considerado poeta nacional inglês e maior dramaturgo da literatura universal.
"Os homens deviam ser o que parecem ou, pelo menos, não parecerem o que não são."
Li esta frase escrita em algum lugar, não sei aonde e divago meus pensamentos... Muito interessante, aliás, na quantidade de pessoas que podem servir de personagem a esta afirmação.
Mas nada me chamou mais a atenção do que essa outra, do mesmo autor:
"É uma infelicidade da época que os doidos guiem os cegos".
Isso escrito há quase 4 séculos. Cairia bem para nossos políticos, onde o presidente do Senado, na maior cara-de-pau fala que somos "cruéis" por não deixarem eles irem à praia. Logo eles, tão injustiçados com 4 meses de recesso por ano e, quando trabalham - em benefício próprio (maioria das vezes) ou não - não vem ao caso agora, é apenas, quando muito, três vezes na semana (terça a quinta).
Baseado nisso, fiz as contas e descobri que eles, na verdade, têm 96 dias de trabalho por ano. Um senador recebe, de vencimento, R$ 12.720,00. Porém o gasto como o gabinete chega a R$ 120.000,00 por mês. Multiplicando isso por 15 (salários normais + 13º + 2 salários extras no início e término do ano) chegamos à quantia absurda de R$ 1.800.000,00 por ano por cada senador. Agora o mais legal: como eles trabalham 96 dias por ano, R$ 1.800.000,00 / 96 = R$ 18.750,00 por dia de trabalho!!!É um caso para se pensar. E se imaginássemos que mesmo ganhando essa fortuna, eles desviassem dinheiro destinado a construiu um hospital para pessoas de baixa renda, asfaltar aquela rua que estragou a suspensão do seu carro (se você tiver um, claro).
Ou, para ser menos "elitizado", se o cara que ganha R$ 18.750,00 por dia de trabalho fizesse um verdadeiro trabalho de inclusão social, realizando projetos para que as favelas se tornassem menos reféns do tráfico e cada vez mais ligadas ao Estado? Valeria a pena? CLARO QUE SIM!!! Até concordaria em pagar mais. Mas isso não acontece e o que vemos cada mais nos noticiários se repete dia a dia. A marginalidade se alastrando pela cidade, tomando conta dos "buracos" deixados pelo Estado.
Creio que o grande golpe político do Brasil foi ter transferido a capital para Brasília. Que me desculpe o Niemeyer (um gênio!!!), que me desculpem os candangos (grandes homens), porém Brasília está muito longe dos centros urbanos - ou seria o contrário? - não temos como protestar. O Sr. Presidente e seus asseclas não se arriscariam a aumentar a IOF, falar que não sabia dos escândalos do mensalão, se eles trabalhassem(???) na Av. Presidente Vargas(RJ), na Av. Paulista (SP) ou em qualquer outra cidade dita grande brasileira. O povo ia fazer piquete tipo "ninguém entra e ninguém sai" até eles realmente realizarem a função pela qual nós, brasileiros, os colocamos lá. Fazer valer a legítima (nem sempre legal - leia-se PENA DE MORTE para alguns tipos penais) vontade do povo.
Bem, comecei a escrever apenas para colocar a Frase do Dia, mas acho que isso aqui já me rendeu muita chateação pelo dia de hoje, afinal, estamos ainda no 9º dia do ano.
Abraços a todos.
Segunda-feira, Janeiro 07, 2008
Nada como começar o novo ano metendo o pau... no bom sentido, claro. Não que esse bom sentido seja o melhor. Mas no sentido de porrada mesmo.
Eis que trafegava da minha casa até o meu trabalho quando me deparo com um veículo da Rede Globo de Televisão. Até aí nada demais, o problema estava no motorista...
Infelizmente não consegui a foto do sujeito, mas afirmo que o carinha estava dirigindo e falando ao celular ao mesmo tempo, a cerca de 80km por hora em plena Avenida Brasil.
Será que a reportagem que, comumente fazem a respeito de motoristas falando ao celular também grava as barbáries que esses carinhas fazem? E nem ao menos temos um adesivo de "Como estou dirigindo?" seguido de um número telefônico para que possamos fazer as inócuas reclamações.
Não bastasse isso, me surgiu uma dúvida quando parei na traseira do carango a tirei uma foto. Por que a maldita caminhonete tem a placa de Belo Horizonte - MG?

Não quero imaginar que a placa seja de lá para que não possam pagar um dos Impostos sobre Propriedade de Veículos Automotores mais caros do Brasil (Rio de Janeiro), ainda mais para aquele tipo de carro. Não... não acho que seja isso... mas é uma boa idéia. Acho que vou contactar uns parentes em Minas e pedir para emplacarem meu carro lá.
... Desmentindo o que falei no parágrafo anterior... Não é uma boa idéia: Segundo reportagem da própria Globo, vide: Reportagem Globo de São Paulo e também: Reportagem Jornal da Globo
Como se não bastasse os veículos de serviço da Globo serem emplacados em outro Estado (porque também já vi veículos de Curitiba rodando no Rio de Janeiro), os veículos da Oi, e também de várias empresas de ônibus também têm placas de outros Estados!!!
Além de ser hipocrisia, é contra a lei. Nota: não encontrei nenhuma reportagem da referida emissora a respeito da irregularidade dos seus próprios veículos de serviço.
Eis que trafegava da minha casa até o meu trabalho quando me deparo com um veículo da Rede Globo de Televisão. Até aí nada demais, o problema estava no motorista...
Infelizmente não consegui a foto do sujeito, mas afirmo que o carinha estava dirigindo e falando ao celular ao mesmo tempo, a cerca de 80km por hora em plena Avenida Brasil.
Será que a reportagem que, comumente fazem a respeito de motoristas falando ao celular também grava as barbáries que esses carinhas fazem? E nem ao menos temos um adesivo de "Como estou dirigindo?" seguido de um número telefônico para que possamos fazer as inócuas reclamações.
Não bastasse isso, me surgiu uma dúvida quando parei na traseira do carango a tirei uma foto. Por que a maldita caminhonete tem a placa de Belo Horizonte - MG?

Não quero imaginar que a placa seja de lá para que não possam pagar um dos Impostos sobre Propriedade de Veículos Automotores mais caros do Brasil (Rio de Janeiro), ainda mais para aquele tipo de carro. Não... não acho que seja isso... mas é uma boa idéia. Acho que vou contactar uns parentes em Minas e pedir para emplacarem meu carro lá.
... Desmentindo o que falei no parágrafo anterior... Não é uma boa idéia: Segundo reportagem da própria Globo, vide: Reportagem Globo de São Paulo e também: Reportagem Jornal da Globo
Como se não bastasse os veículos de serviço da Globo serem emplacados em outro Estado (porque também já vi veículos de Curitiba rodando no Rio de Janeiro), os veículos da Oi, e também de várias empresas de ônibus também têm placas de outros Estados!!!
Além de ser hipocrisia, é contra a lei. Nota: não encontrei nenhuma reportagem da referida emissora a respeito da irregularidade dos seus próprios veículos de serviço.
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